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 [ Ficha Amazona de Ouro ] Kaya de Áries - Em construção

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AutorMensagem
Kyria
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Mensagens : 2
Data de inscrição : 21/01/2014

MensagemAssunto: [ Ficha Amazona de Ouro ] Kaya de Áries - Em construção   Ter Jan 21, 2014 4:57 pm

Nome: Kyria
Idade: 28 anos
Estado: Goias
Skype/Facebook:  


Dados do Personagem


Nome do Personagem: Kaya
Idade: 25 anos
Sexo: Feminino
Nacionalidade: Tibetana
Local de Treinamento: Santuário
Armadura: Armadura de Ouro de Áries

Características Físicas:

Características Psicológicas:


História:

O Teto do Mundo.  

Existem coisas as quais já nascemos predestinados a cumprir, um destino o qual não podemos negar e devemos cumpri-lo com afinco e dedicação. Eu nasci com um destino, entretanto ainda não sei exatamente o que ele significa, mas ele me trouxe até o santuário da Deusa Athena na Grécia. Foi uma longa e dura viajem, mas sei que esse era o lugar que eu preciso estar agora. Como posso ter certeza disso? Não sei bem, mas espero encontrar as respostas para essa e todas as outras que eu tenho.

Eu vivia em uma pacata aldeia no Tibet, um lugar conhecido como “O Teto do Mundo”, poucas pessoas de fora chegavam até nós. Vivíamos basicamente da agricultura, vidas simples, porém felizes, como estávamos em um lugar muito alto, quase nunca tínhamos problemas com saqueadores ou coisas parecidas. Mas um dia a paz de nossa aldeia foi abalada.

Eu cresci na aldeia, era um lugar muito pequeno, todos nos conhecíamos, vivíamos em completa harmonia. Entretanto eu era filha adotiva, minha mãe me encontrou ainda bebe, ela nunca me contou realmente como isso aconteceu e sempre que eu perguntava de alguma ficava muito triste, com o passar dos anos eu deixei de perguntar. Gostava sempre de ajudar no plantio e na colheita, ajudava minha mãe a cuidar da casa e dos meus três irmãos menores, como a filha mais velha adquiri responsabilidade logo cedo, mas nunca reclamei da vida dura e simples que levei.

Eu realmente era feliz e minha alegria de viver só aumentou quando eu fui pedida em casamento por Dorje. Ele era um rapaz muito forte e valente, tinha os olhos negros, cabelo curto sempre bem arrumado, seu corpo era atlético, com certeza o rapaz mais bonito, filho do líder da aldeia.  Crescemos juntos e nosso amor também. Desde pequenos fomos muito ligados um ao outro, brincávamos muito juntos, passeávamos pelas encostas da montanha, ele era o meu herói quando criança e meu amor à medida que fui crescendo. Todos na aldeia podiam ver a nossa alegria de estarmos juntos.

Mas um dia tudo mudou e nossa terra foi coberta por sangue e dor, nunca me esquecerei, quando a branca neve se tornou vermelha com o sangue daqueles que eu tanto amava. Isso deve fazer alguns anos já, era uma tarde fria, todos estavam em suas casas, escondidos do frio intenso. Não podíamos bem ver como o céu estava, pois a nevasca era forte, mais quando eu olhava pela janela via aqueles homens trajando armaduras negras aparecerem no meio da aldeia.

No começo eu pensei que estava ficando louca, pois em uma fração de segundos eles sumiram da minha vista, mas alguns minutos depois eu comecei a ouvir os gritos de dor e pavor das pessoas, olhei novamente pela janela e comecei a ver as pessoas correndo e sendo mortas impiedosamente por aqueles homens. O caos havia se instaurado.

Corri para esconder minha mãe e meus irmãos em algum lugar da nossa pequena casa, os gritos se tornaram mais pavorosos, o cheiro de sangue estava no ar, foi quando eu vi a porta da minha casa se abrir e vi Dorje entrar com uma lança na mão, estava ferido em seu ombro, eu corri até ele para socorrê-lo, mas ele dizia que eu precisava fugir, assim que ele terminou de pronunciar tais palavras, dois daqueles homens entraram na minha casa, eles pareciam demônios, seus sorrisos eram amedrontadores e pavorosos. Meu amado ficou na minha frente como se quisesse me proteger, mas foi em vão. Um dos homens desferiu um golpe tão rápido que meu amado foi praticamente partido em dois e caiu morto aos meus pés.

Eu fiquei em choque sem reação, apenas senti quando um deles me agarrou pelos cabelos e começou a me bater, rasgar minhas vestes, eu não tinha forças para reagir por mais que tentasse e logo a dor me fizeram apagar, pensei inicialmente que eu havia morrido, a dor no meu corpo era tanta que eu sentia enlouquecer. Olhei para frente e vi meu noivo morto, tentei olhar para o outro lado e vi minha família morta, mas por algum motivo eu não estava apesar da insuportável dor que eu sentia. Minha visão estava turva e confusa, então eu vi uma figura na porta, era um homem, não conseguia identificar e logo desmaiei, na verdade meu corpo estava muito debilitado e acabei ficando inconsciente.

Passei alguns meses dormindo e durante esse tempo, meus sonhos foram sempre com uma mulher, muito bela, mas que eu não conseguia ver seu rosto perfeitamente, ela parecia estender os braços para mim e dizia que eu tinha que chegar a ela, mas eu não fazia a menor ideia de como ir até ela.  Quando acordei ainda estava debilitada, mas já conseguia me movimentar, estava no que parecia ser um hospital. Logo me contaram sobre a minha vila, somente eu havia sobrevivido, um homem havia me levado até o hospital e se sele não tivesse feito isso eu estaria morta provavelmente. Senti uma tristeza tão grande que queria morrer junto com todos, não podia acreditar, perdi minha vida toda, não sabia o que fazer. Ainda teria que passar algum tempo no hospital, estava fraca, mas quando dormia ainda sonhava com aquela mulher e sua doce voz, mas dessa vez ela havia me dado um destino.

Passei mais um mês no hospital, as pessoas tinham se comovido com o que tinha me ocorrido, me ajudaram como puderam e me deram algum dinheiro e roupas. Não era muita coisa, mas o suficiente para me virar. Então comecei minha exaustiva jornada até a Grécia.  

Passei alguns meses na estrada, meu dinheiro não deu pra chegar até meu destino, muitas vezes passei fome, sede, tive que caminhar, pegar carona, me esconder de ladrões. Passei o inferno nessa viajem, mas eu sabia que precisava chegar até a Grécia. Quando cheguei ao santuário estava cansada e debilitada, minhas pernas mal suportavam meu corpo, pensei que iria desmaiar bem aos pés do santuário, mas logo senti alguém me amparando, olhei para o lado e vi uma mulher me segurar, ela tinha uma máscara em seu rosto, mas logo apaguei.

Acordei em uma cama simples, bem parecida com a que eu tinha em minha casa, mas estava em um alojamento, podia ver as outras camas ao lado e escutava burburinhos e conversas, minha cabeça ainda girava um pouco, não fazia ideia de quanto tempo eu havia passado desacordada, tentava me familiarizar com o lugar, mas minhas vistas ainda estavam muito turvas e me sentia tonta e não conseguia ficar de pé, sentei-me na cama mais uma vez e esperei um pouco.

Tentei ficar de pé e não consegui tudo parecia girar, foi quando ouvi aquela voz de mulher ecoar pelo lugar, mas não entendia o que ela falava e muito menos ela o que eu falava. Eu estava tão triste e tão cansada que logo desisti de tentar me comunicar, mas logo outra moça apareceu também usando mascara e parecia me entender, perguntou meu nome e queria saber como eu havia ido parar lá. Eu comecei a falar o que tinha acontecido como havia chegado até lá, minhas palavras saiam junto com as minhas lágrimas de dor. Então aquela moça que hoje sei que se chama Lorien colocou a mão no meu ombro e disse:


-- Se acalme tudo vai ficar bem. Se você chegou até aqui é por que seu caminho era esse. Você deve ter escutado Athena falar em seu coração. Agora você está em segurança, acalma-se.

As palavras dela não faziam sentindo até o momento, mas logo as coisas começaram a se encaixar e eu comecei a ver que talvez ainda existisse esperança ainda para mim. Ao poucos fui descobrindo e aprendendo sobre o santuário, sobre a Deusa Athena, descobri que poderia usar meus punhos para proteger as pessoas e evitar que tragédias acontecessem novamente, aquilo me motivou, mas não amenizou minha tristeza.

Eu me tornei aspirante à amazona, foi duro no começo, eu era uma moça pacata, nunca havia brigado, de repente eu me vi aprendendo a lutar com meus próprios punhos, aprendendo coisas sobre mim que eu jamais podia imaginar que podiam existir, uma força que estava oculta dentro de mim. Tentava fazer da minha determinação minha razão de viver e por mais que doesse, por mais que eu sangrasse, eu iria conseguir.

Meu esforço era recompensado, depois do primeiro ano eu aprendia tudo com mais facilidade, já conseguia usar bem meu cosmo com facilidade, sempre tentando superar meus limites. Claro que isso despertou a inveja de algumas meninas, principalmente de Isis, uma veterana que já estava lá a quase dois anos. Nós já estávamos no mesmo nível, com menos tempo de treinamento, eu havia me tornado tão habilidosa e forte quanto ela e isso a deixava com ódio, logo começaríamos a conquistar nossas armaduras e ela via em mim uma oponente em potencial.

Foi então que a verdade sobre mim começou a aparecer e de um modo que nem mesma eu esperava. Isis estava treinando na mesma arena que eu, nossos olhares sempre se cruzavam, a raiva dela por mim podia ser sentida no ar, eu tentava ignorar, fazer de conta que não era comigo, mas ela então começou a provocar e a bater boca, entanto nossa tutora disse que se tínhamos diferenças deveríamos resolver como amazonas, através de um duelo justo. Ela logo aceitou com seu sorriso sarcástico no rosto, eu apenas abaixei a cabeça e concorde, quando levantei meu olhar então notei o porquê das atitudes dela. Havia um Cavaleiro Dourado observando o nosso treino e ela queria aparecer.

Fomos para outra arena, pude notar que o Cavaleiro de Ouro continuava a observar tudo e como era de se esperar ela veio para cima de mim com tudo, eu não fui diferente, dei o meu máximo, não que eu quisesse machucá-la, mas não lutaria em um nível menor que o dela. Entretanto a experiência de Isis começou a fazer a diferença, ela era mais habilidosa para lidar com o cosmo dela e tirava vantagem disso, logo eu já havia apanhado muito e estava ao chão, mas ela continuava me atacando. Eu fechei os olhos e comecei a lembrar daquela dor, o sorriso dela me lembrava aqueles homens que tiraram tudo de mim.  

Eu então sem saber de onde havia tirado forças me levantei, eu não queria sendo fraca, esperando a morte chegar, se eu fosse morrer morreria lutando, olhei para os lados e vi algumas das meninas olhando espantadas e uma coisa que me deixou intrigada, o Cavaleiro Dourado segurava a instrutora, para ela não separar a luta. Eu e Isis nos olhávamos, ela não acreditava que eu havia me levantado, mas por alguma razão que eu desconhecia eu me sentia bem mais forte dessa vez, eu sentia meu cosmo diferente dentro de mim, mais forte. A batalha então continuou.

Estávamos chegando ao limite de nossas forças e corpos, mas meu minha força estava diferente, eu sentia aquela energia poderosa no meu corpo, Isis resolveu terminar com o combate de uma vez, havia uma aura azul ao seu redor, eu sabia que ela estava elevando o cosmo dela ao máximo, eu então comecei a me concentrar, deixar que eu e o universo fossemos um só naquele momento, quando abri os olhos vi que ela ia usar a melhor técnica dela, já havia ouvido falar que ela quase matou outra menina, sem usar todo poder dela, o que era diferente naquele momento.

Fechei meus olhos, lembrei-me de tudo que havia passado até chegar ali, comecei a concentrar meu cosmo o mais que podia, tentava chegar às estrelas se possível, senti toda aquela energia percorrer meu corpo, sentia como se várias estrelas estivesse explodindo dentro de mim e quando olhei ao meu redor via aquela aura dourada, Isis já estava se aproximando, só me restava uma opção, a olhei, levantei meu braço direito, deixei que toda aquela energia saísse de mim e formasse a técnica que eu havia aprendido, a Parede de Cristal. Foi um grande impacto que levantou uma nuvem branca de poeira, eu mal conseguia me ver, minha respiração estava ofegante. À medida que meus olhos voltavam a enxergar, eu vi o Cavaleiro de Ouro com a Isis no colo, olhando para mim tentando entender como eu tinha feito aquilo. Na verdade todos me olhavam, pois uma grande aura dourada estava ao meu redor. Eu mesma me sentia diferente e não sabia como, apenas estava parada olhando todos...

Naquele dia eu descobri que eu não era uma Amazona como as outras, eu era uma Amazona Dourada, eu era a Guardiã da Casa de Áries. A armadura de Áries havia me escolhido para defender Athena e a terra. Desde esse dia eu venho guardando a primeira das doze casas e esperando o momento em que defenderei Athena e a terra com a minha vida.





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