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 [ EM CONSTRUÇÃO ] - Ficha de Pégaso (Sora)

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Saint Pegasus no Sora
Amazonas de Broze
Amazonas de Broze
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MensagemAssunto: [ EM CONSTRUÇÃO ] - Ficha de Pégaso (Sora)   Qua Jan 22, 2014 8:33 pm

Nome: Ana
Idade: 24 anos
Estado: Fortaleza (Muita informação... wtf? e_e)
Skype/Facebook:  Via MP


Dados do Personagem


Nome do Personagem: Adélia Von DeLucca
Nome Identidade:  Sora
Idade: 17 anos (real, com aparência de 15 anos)
Sexo: Feminino
Nacionalidade: Itália, na cidade chamada Ravenna.
Local de Treinamento: Uma ilha no Japão (Tokara) e Grécia
Armadura: Pégaso

Características Físicas:

Os cabelos são meios curtos, cheios replicados com os tons pedaços pretos azulados. Os olhos são azuis claros, com traços que parecia uma criança inocente que demonstra uma expressão ingênua. O seu corpo tem poucas cicatrizes ao devido de queimadura por causa acidente; pode parecer um homem, na realidade é uma mulher. Tem cara de quinze anos, mas a idade engana e a aparência também. O seu corpo parecia ter uns quinze anos também, mesmo os bustos são escondidos sem revelar. Por causa a armadura que encobre tudo as cicatrizes e os bustos.

Características Psicológicas:

A Adélia (Sora) é uma pessoa que luta para tomar as rédeas do seu destino. Não gosta de depender de ninguém, nem mesmo dos cavaleiros; NENHUMA PESSOA. É hábil e esperta, em geral consegue o que quer da vida. Mas deve combater a ansiedade e desenvolver o sentido de vida em comum; quando o comportamento mudo que ficas irritado de quem a provoca, na hora de explosão, ela se torna uma mulher mais violenta e explosiva. Isso cobre todos os medos que ela tem. Tem dificuldade em se relacionar com os outros. É meio ríspida e arrogante, explosiva e impulsiva e não aceita que a julguem por ser mulher, e quer provar pra todos que pode ser tão forte quanto um cara. Ela tem uma personalidade muito forte e ao mesmo tempo muito bondosa, ela é muito caridosa e muito esforçada para cuidar de seus amigos e companheiros do santuário, também é muito esforçado quando se refere a aumentar suas habilidades, está sempre querendo ficar mais forte e se culpa muito quando não consegue proteger a quem ela ama, às vezes fica irritada quando tentam chantagem contra ela. Torna-se mais forte e mais ignorante contra os inimigos, mesmo que interfira as batalhas dos seus companheiros. Sempre bate o pé e se coloca na frente para impedir, e é capaz  de superar o seu cosmo com atitude de moleque. Às vezes tem uma mania péssima, que é soltar os palavrões quando se irrita.



Habilidades do Personagem


Nome da Habilidade: CÉU DE ALADO. (翼のスカイ- Tsubasa no sukai)
Descrição:

É uma habilidade que não faz o efeito nos adversários. Por si mesma, é um efeito mais incrível para ser usada quando precisasse em horas certas em lugares certos. A cor do cosmo se torna mais tranquilidade de azul-céu, o corpo começa a flutuar quando o cosmo se manifesta. Sente a dor das costas, saindo os pedaços “ossos” das asas.  As penas começaram a cair ao redor da amazona, reabriu as asas longas que parecia um “Anjo”. As penas são verdadeiras com tons brancos. Para a cabeça até os pés do tamanho de asa é um voo perigoso. No céu, ela pode voar chegar até chegar o 70 de meros. É uma habilidade usada para voar, com a velocidade máxima da luz, as asas são “reais” do que a armadura possuía. É conhecida como o “Céu de Alado”



História:


Adélia Von DeLucca, nascida em Ravenna, na Itália, é uma menina muito bonita e elegante. Era uma garotinha bastante educada e meiga, com a família rica e as empregadas a cuidavam com amor e carinho. Ela considera as empregadas como fossem suas irmãs mais velhas, até uma senhora de idade como fosse sua segunda mãe. Os pais da Adélia estão ausentes e trabalhando bastante sem tempo de ficar com a filha.
Em pleno da noite, os pais estavam dormindo no quarto. Há os misteriosos invadiram, saquearam a mansão, roubaram as mulheres empregadas, etc. Até a própria Adélia, conseguiram matar os homens até o pai dela. As empregadas conseguiram escapar e levaram a pequena Adélia, junto com a mãe. Pegaram o barco para escapar. Às três da manhã, o barco passou por uma tempestade tremenda: relâmpagos por todas as partes, ventos fortes e chuva. Um raio acertou uma das velas do barco enquanto ele navegava o Oceano Pacífico. Os espectros encontraram as empregadas e a mãe da Adélia, as mulheres conseguiram atirar a Adélia para esteja viva. Ela viu os sofrimentos e as mortes que jorrava os sangues no barco, pegou os fogos queimando-as. Ela gritava desesperada, apoiada nos pedaços de madeira. Machucou-se durante a queda do navio, quase afogou de tanto apanhar os tubarões. Ela dominou a habilidade que abriu as asas longas como uma luz de "Pégaso", voou para a pequena brisa praia da Ilha, mas ela conseguiu sair antes disso, apesar de não ilesa. Ferida e deitada no chão, com queimaduras que tentava esconder.
Ao fugir, foi parar na praia e, desmaiada, não percebeu um misterioso homem que a encontrou. Ele preocupou-se com a garotinha machucada, que mal respirava e estava com queimaduras. Levou-a para a casa para ficar em repouso, ficou três meses deitada na cama, e não desertara. Mas passado este tempo ela acordou, e viu uma mulher de cabelos longos, com tranças e aura claríssima. Claramente descendia de japoneses. Estava curando os ferimentos no corpo da Adélia. Ela foi parar na ilha Tokara

O mais curioso era que a menina não lembrava o próprio nome, ou o sobrenome da família, e até mesmo sua infância. O homem russo chamava-se Yuri, amigo daquela mulher japonesa, que chamava-se Akai. A garotinha estava sob os cuidados de Yuri durante todo o tempo, E até recebe um nome, diferente e simples: “Sora”. O nome foi dado graças à cor de seus olhos, que é conhecida como “O Céu” pela mulher Akai que deu o nome.
A agora a menina Sora olhava para a Lua todas as noites, confusa por não lembrar-se dos acontecimentos e de sua família. Numa destas noites, Yuri aproximou-se e perguntou se ela vira a “aura” que rondava Akai. Ela respondeu que sim, e ele sorriu. Explicou que aquilo chamava-se “cosmo energia” e que, se ela conseguia enxergar, era bem provável que também possuía esta força. E que, com quase 100% de certeza, foi o cosmo latente na menina que salvou-a da morte, mas também exauriu-a ao ponto de entrar naquele “coma” de três meses. Dito isso, Yuri ofereceu-se para treina-la na arte do combate e da manipulação do cosmo. Como forma de gratidão por mais aquele ato de bondade, a menina aceitou a oferta. Perguntou-se o que era a marca nas costas, e ela respondeu que não se lembrava. Ele desconfiou por que viu a pequena Sora voando com aquelas asas longas que lhe parecia “Anjo”.

O agora Mestre Yuri a treinou para se tornar uma guerreira. Com muito esforço, noites mal-dormidas e ferimentos diversos ao longo dos anos, ela dominou técnicas impressionantes. Com quinze anos, brigava muito com os garotos da aldeia. Eles zombaram dela e a chamaram de “frágil, lésbica, machona” e outros nomes não muito agradáveis. Diziam que ela não é capaz de proteger-se, mesmo com as técnicas de luta e o tal “cosmo” do qual o mestre dela tanto falava. Por causa disso, Sora ficava irritava e agia estupidamente com as pessoas que a judiavam.

Tirando seu mestre e Akai, a única pessoa com quem se importava era seu melhor amigo na infância que treinou com ela: Pollux, o grego. Ele nunca ligou para o jeito de ser de Sora, e até gostava da forma estabanada com a qual ela comportava-se. Era um menino tímido e puro, muito parecido com o antigo Cavaleiro de Andrômeda (Shun). Entre os garotos da aldeia, tinha o apelido de “Afeminado”. Sora o defendia, brigava e espancava os garotos até eles sangrarem. Recebida de forma costumeira alguma punição do Ancião da aldeia, que dizia que ela era a responsável por criar os problemas, e que arrumava confusão por falta de educação. Yuri tentou mudar seu comportamento para ser pessoa melhor aos olhos dos outros. Mas sempre a provocavam e o Pollux; isto a deixou ríspida, pois não aguentava mais as brincadeiras deles. Sua paciência acabou.

A jovem decidiu fugir, para esconder-se do mundo e de quem fazia-lhe mal. Seus verdadeiros amigos a procuraram, nas ninguém e encontrou. Até que Yuri teve um estalo de memória; sabia onde ela costumava esconder-se quando estava tão furiosa daquela forma. Encontrou-a numa caverna que ficava escondida por samambaias-choronas, sentou-se ao lado dela e, enquanto conversavam, começaram a rir. O riso esmoreceu lentamente, dando lugar ao clima de romance que já impregnava os dois há algum tempo; os rostos aproximaram-se, as mãos tocaram-se e o terno beijo entre o jovem mestre e a aprendiz-moça aconteceu. Aquilo, a Sora tinha os sentimentos fortes pelo mestre que foi primeiro amor à vista quando o viu, mesmo ele contando que ele se apaixonou por ela quando viu a Lua brilhava, ela descia com asas longas que tinha o olhar bonitos. A Sora foi apelidada de “Anjo” ou “Céu” pelo Yuri em particular como fosse seu amor da vida.

Horas de conversas, abraços e confissões depois, eles foram interrompidos por uma forma maléfica, obscura e mortal que se aproximava da ilha. Yuri conhecia aquele tipo de maldade: eram espectros. Foram enviados por Hades para destruir a ilha Tokara onde os estrangeiros sobrevivam naquela ilha que os japoneses os ajudavam e qualquer partidário de Athena que estivesse lá. A dupla correu até a aldeia que estava pegando o fogo, ouvindo horrendos gritos de dor e agonia, proporcionados por tanta matança. Tanto sangue foi jorradas que pequenas valetas vermelhas surgiram no chão.

Toda aquela destruição ordenada por Hades a deixou mais enfurecida. Batia nos inimigos sem dó, usava suas técnicas e conseguia derrotar alguns espectros. As crianças choravam, apavoradas; mulheres foram violadas e mortas pelos subordinados do Imperador das Trevas. Ela conseguiu vingar as almas dos recém-mortos, quando viu algo que a apavorou por completo.

Um Kyoto (Juíz de Hades) conseguiu matar seu amado mestre com um golpe traiçoeiro, dado à queima-roupa enquanto Yuri lutava com outro inimigo. Parecia algo bobo, mas ela o xingou de todas as palavras de baixo calão que conhecia, enquanto sentia o homem pressioná-la de encontro ao chão sem nem mesmo tocar nela. Quase cedeu totalmente, tamanha era a exaustão que aquela habilidade infligia. Mas seu cosmo, desperto de forma mais ampla em momentos de fúria e desespero, uma vez mais estava ali para ajudá-la, empurrá-la, protegê-la. O momento do despertar completo da cosmo-energia finalmente chegara. Uma luz branco-azulada envolveu-a e contornou-a. Uma parte dele subiu, mostrando a reaparição e o renascimento do lendário Pégaso.

Sora ouviu um grito sair de sua garganta, formando palavras fortes e amedrontadoras, que proferiam um nome imponente, usado como título de seu agora primeiro golpe completo: “Plasma de Cometa”. Aquela explosão de energia, velocidade, fúria, e tristeza atingiu o Kyoto, derrotando-o. Tornou-se pó, e somente pela vontade de Hades poderia voltar. A guerreira não conseguiu ficar em pé; caiu de joelhos, com o corpo dolorido e machucado. Acabou desmaiando e, na inconsciência, ouviu uma voz feminina, cândida e absolutamente pura ecoou em sua cabeça. A figura mitológica da deusa Athena repetia vagamente: “Pégaso...Pégaso...você é a Amazona de Pégaso. O verdadeiro poder ainda reside dentro de você”. A deusa contou que o mestre sabia que ela era especial quando viu a praia, quando ainda era uma garotinha ferida e assustada. Ele viu o que cosmo dela era o sintonizado com o próprio Pégaso, e que ela nascera para uma missão importante, mesmo não se lembrando de sua origem, seu verdadeiro nome ou sua vida antes de Yuri encontrá-la. Ele deu-lhe um nome que lembrava o Céu, mas não era somente isso; o poder estava intimamente ligado àquilo. Não era apenas “O Céu”, mas sim “O Céu de Pégaso”. Sora deveria tornar-se àquela pessoa predestinada, com uma clara Missão nesta Terra: lutar para salvar o mundo e combater o mal que quer dominá-lo. A jovem era a reencarnação de uma antiga amazona de Pégaso, que existiu nos tempos da Grécia Mitológica, cerca de três ou quatro mil atrás, que se chamava “ENI” em grega. Aquela amazona foi à primeira mulher que nasceu e lutou lealmente ao lado de Athena, e agora retornou como Sora, para reaver seu papel de fiel protetora da Deusa. As lembranças sobre seus antepassados agitaram sua mente, e logo acordou.

O primeiro rosto que enxergou foi o de seu melhor amigo, Pollux. Viu que o seu mestre e amado jazia ali perto, sem mais um fio sequer de vida. A armadura de Pégaso agora pertencia a ela, e isso não poderia ser negado, tamanha a sincronia entre a força da vestimenta e o cosmo da garota. Yuri prometera à Athena que protegeria aquela vestimenta, até que Adélia – agora Sora – pudesse usá-la de forma plena. Ela finalmente entendera o porquê de ter renascido: lutar ao lado da Deusa, em nome dos guerreiros da Justiça que já se foram.

A agora nova amazona, então, enterrou o seu amado mestre. Despediu-se de Pollux, que prometeu reencontrá-la no Santuário, quando ele mesmo conseguisse a honra de ser um cavaleiro. No dia seguinte, levou a sua urna de Pégaso e partiu para a Grécia, para encontrar a Deusa Athena, e juntar-se à Guerra Santa que, uma vez mais, começaria. Com um triste, porém terno sorriso, a garota começou sua viagem, murmurando seu lema favorito.



DETALHE O PEDAÇO SOBRE A MORTE DA ENI, A PRIMEIRA AMAZONA DE PÉGASO DA ERA MITÓLÓGICA, SÈC. V a.C.



Na época a ERA DE MITÓLOGICA, na Grécia em Atenas. Uma mulher que usava a armadura Kamui de Pégaso, toda encoberta menos a barriga sarada. Os cabelos eram longos, tons negros e olhos azuis claros, com os tipos de formatos é profunda de meiga. Estava lutando contra o Hades, o Deus do Inferno, era uma batalha final de mil anos. Muitas vezes se enfrentaram, nunca terminava. Há um traidor, dentro dos santos atenienses. Estava nos aposentos de Athena, Escuridão. Inverno. Noite de gelada e sem lua. Estava ferida, deitada a cama da Athena, cheio cicatrizes. Sendo recuperada pelo cosmo e sangue de uma deusa da justiça e da sabedoria. Não faz muito tempo, estive num aposento. Esqueci onde, só sei que ficava nas casas do zodíaco que já participei, conhecendo os cavaleiros e amazonas. Um desconhecido que carregava uma adaga ouro branco, nas mãos. Usando a máscara dourado com detalhes dourados brancos para ninguém soubesse quem é ele. As vozes ecoavam nos ouvidos dela, parecia um conhecido que já acompanhou com um desconhecido. Tremia as mãos, aproximando com adaga nas mãos. Levantaram-se os braços que se juntaram os punhos.

- Minha pequena... Minha querida...”Eni”. Tua pureza não me afetarás, afetarás a tua morte pelo mundo que trouxeste a iluminação para à ESCURIDÃO!

Começou um ataque de “assassinar” a jovem “Eni”, tentou atingir o coração da jovem. Ela começou a revidar mesmo sendo machucada e ferida do corpo, os dois começaram a lutar; após ser revelado um desconhecido que ela reconhecia. O sangue foi jorrado ao redor da Eni, aquele o olhar assustada e começou a gritar enquanto ecoava ao santuário inteiro, era um homem que usava a armadura de Gêmeos, tinha um nome desconhecido da Grécia toda. Os olhos dele pareciam que está sendo possuído por um elo maligno. Também perdeu muito sangue, que os dois conseguiram revidarem e ambos perderam os sangues, os cosmos começaram a desapareceram. O Grande Mestre e a Deusa Athena correram atrás da Eni, tentaram salva-la, mas acabou morrendo por hemorragia. Havia escrito grego no chão, pelo sangue da Eni que disse para a Athena.


Eu reencarnarei e jurarei por mim que irei encontra-la para protegê-la... Minha querida... Irmãzinha...


O ultimo suspiro da Eni, por um fim de vida. Os olhos se fecharam juntos, o coração parou de funcionar e o oxigênio também. Não dava para ouvir os gritos e choros da Athena. A alma dela desapareceu, e a armadura de Pégaso desfez voltando para a urna de Pégaso. O seu corpo tava todo encoberto de sangue, sendo abraçada pela irmã de sangue, a Deusa Athena. Deusa estava chorando, agarrando-a força mesmo solucionava. Os cavaleiros dali, ficavam no lado dela, com expressão de tristeza e se lamentando pela morte da Eni. O Grande Mestre se aproximou, jogou a tua capa para as costas da Deusa. E as servas se ajoelharam, tentando tira-la, mas não conseguiam. O cosmo de Athena enfraqueceu a deixou com fúria. Levantou-se, jurou que vai banir todos os mal da Terra para trazer muita paz. E jurou que iria reencarnar novamente e reencontrar a sua irmã mais velha, a Eni. A morte da jovem abalou o Santuário todo, primeira amazona de Pégaso foi morta pelo cavaleiro de Gêmeos que está sendo possuído e também foi morto pela Eni. O coração dela continua forte e puro, enquanto batia mais forte e foi retirada para ser colocada a urna e foi guardado debaixo do templo de Athena.

FIM

Detalhe: ¹ O nome de Eni vem de grego, tem um significado é “Pureza”.
² Ela é reencarnada de uma santa antiga da ERA MITOLOGICA, irmã mais nova da hospedeira da Deusa Athena


Última edição por Sora em Ter Jan 28, 2014 11:52 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [ EM CONSTRUÇÃO ] - Ficha de Pégaso (Sora)   Qua Jan 29, 2014 9:58 am

Ficha Aprovada.
Habilidade Aprovada, porém você terá de voar em uma velocidade normal em quanto não atingi o 7° sentido

Bem vinda ao santuário, Amazona.


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MensagemAssunto: Re: [ EM CONSTRUÇÃO ] - Ficha de Pégaso (Sora)   Qua Jan 29, 2014 1:51 pm

Obrigada, e sim só usarei a habilidade em sétimo cosmo ! =]


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MensagemAssunto: Re: [ EM CONSTRUÇÃO ] - Ficha de Pégaso (Sora)   

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