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 |Treinos da Jull|

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Jullie
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MensagemAssunto: |Treinos da Jull|   Qua Jan 22, 2014 12:42 am


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Jullie
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MensagemAssunto: Re: |Treinos da Jull|   Qui Jan 23, 2014 1:58 pm

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|O prólogo se inicia|
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1523 d.C, 100 anos depois da terrível Guerra Santa em que, junto do amigo Shion, foi um dos únicos dois sobreviventes. Dohko repousa em frente a cachoeira de Rozan, nos Cinco Picos Antigos. Sua testa franzida transmite preocupação; acaba de receber a notícia que o corpo de um de seus discípulos foi encontrado morto nas montanhas do Peloponeso. E então começa a se arrepender de tê-lo enviado naquela missão.
"-Se ele foi morto, seria mesmo quem eu imagino?"-Pensou Dhoko.
Era preciso preparar o Santuário para a próxima Guerra Santa, que inevitavelmente viria assim que o lacre vigiado por Dohko se esgotasse. Shion fazia um ótimo trabalho na reconstrução do Santuário, havendo até mesmo alguns novos cavaleiros nas divisões de prata e de bronze. Dohko, inclusive, recebera dois aspirantes para treinar a pedido de Shion, Lyro e Ítalo. Os dois tinham enorme potencial e talvez um dia viessem a vestir a armadura de libra. Embora ainda não houvessem superado o mestre, ambos já dominavam o sétimo sentido e, por isso, Dohko confiava plenamente em ambos.
- Ítalo. Você ficará vigiando o selo de Athena em meu lugar!-Disse Dhoko;
- Mestre!? Não me diga que o senhor...-Retrucou Ítalo.
- Se forem quem eu imagino que seja, é muito perigoso deixá-los à solta. Na última guerra eles causaram muitos infortúnios aos nossos companheiros, e se eles não forem detidos, continuaram os causando ao Santuário e aos povoados próximos.-Respondeu Dhoko.
- Eu entendo...-Compreendeu Ítalo.

Era visível a preocupação de Ítalo. Afinal o misterioso inimigo havia sido capaz de matar o poderoso Lyro, que fora enviado para investigar acontecimentos sobre-naturais estranhos nos arredores do Santuário, como parte de seu treinamento. Acontece que haviam meses que muitos jovens rapazes desapareciam misteriosamente no interior da Grécia. As vezes seus corpos eram encontrados, mas sem vida ou como zumbis que não tinham mais vontade própria. Devido à insanidade dos poucos sobreviventes e da inexistência de testemunhas, era impossível identificar o responsável pelos ataques. Rumores diziam que devia ser obra de uma bruxa, ou então de um espírito amaldiçoado dos bosques. Mas uma análise apurada do Santuário, depois do desaparecimento de muitos guerreiros que foram enviados para tentar solucionar o problema, indicou que devia tratar-se de um antigo inimigo.
"-Se nem mesmo o forte Lyro foi capaz de dar um fim nisso, e levando em conta que fui informado de que as ocorrências estão se aproximando cada vez mais do Santuário, não tenho mesmo outra escolha."-Pensou Dhoko.

~>Naquela noite, Dohko partiu para a Grécia.<~

Seu resplendor na última Guerra Santa contra os Cavaleiros de Athena não tivera tempo de queimar. A própria Deusa, para dar fim ao Caos de Hades e seus espectros, sacrificou sua vida para assim por fim a vida de Hypnos, sua criadora, o trancafiando em uma dimensão e assim dando fim ao Lost Canvas de 200 anos atrás. O ar lhe correu os pulmões novamente e fora acolhida aos braços dele. Afagando seus longos cabelos o pai dera a força vinda de seu senhor para que pudesse trazer seu fardo a tona. Em um despertar assustador, como se alguém lhe tivesse afogado e lhe cortado o ar por minutos, respirou profundamente. Seu cosmo resplandeceu e o plano astral clareou-se na presença de sua governante menor. Seu pai a aguardava com o traje que correspondia a elite dos Deuses do Sonho. Sua Súrplice de Deusa da Pseudo-forma e criadora de devaneios e fantasias, emanou seu cosmo púrpura e recobriu seu corpo esbelto. Com o elmo nas mãos próximo a cintura, curvou-se perante seu pai, assim como seus irmãos e escutara a missão.
- O lorde das trevas despertou novamente, após 200 anos. Cabe a nós fazermos que seu desejo seja realizado. Estamos já calejados de conhecer os nossos oponentes, então, façamos nossa trajetória de chegada a ambos mais soterramente.– Terminou Hypnos.
Os olhos de suas crianças brilharam e assim saíram de se amparo para a caça e fazerem o seu fardo. Caminhavam juntos a começo, e levavam muito das almas ao Mundo dos Sonhos. De mortais ao qual não pertencia mais aquele mundo ou então não tinham o direito de estar respirando com conta de sua trajetória cheia de maus feitos em vida. Mas nem todas as vezes os quatros irmãos podiam correr juntos. Ficaria só um momento sobre um penhasco, visualizando a cidade onde a proxima  vitima estará a habitar tal local. Porém agiria na maior naturalidade para assim levá-la consigo. Deslocou-se para mais próximo da entrada da cidade, e fora surpreendida por um jovem que pode reconhecer sua real intenção não a deixando mais caminhar bloqueando seu caminho. Virou-se ao jovem bronzeado, sorrindo com feição inocente, pôs-se a levitar e seu cosmo a resplandecer brandamente. Abriu seu território e apenas um clarão encobriu ambos. Após este se dissipar, a jovem Deusa sairá do local adentrando a cidade com uma esfera enérgica a palma de sua mão. Rindo argumenta.
- Huhuhu... Tenha bons sonhos!-Disse Jullie.
Terminou ela desaparecendo por um portal, com um riso em face de satisfação ao trunfo nada planejado ao momento. Porém ao retornar naquele mesmo local ao mais entardecer faria grandes feitos em nome do seu senhor, o LORDE DAS TREVAS: HADES!

~FlashBack~

Lyro estava caminhando pelo bosque perto de uma cidade de onde ouviu os rumores dos ataques. Pode sentir o remanecente de um cosmo sombrio naquela área, que ainda se dissipa aos poucos.
-"Seja quem for o responsável pelo desaparecimento dessas pessoas e dos cavaleiros do Santuário, deve-se encontrar nesse bosque agora. Posso sentir uma presença muito incômoda nesse local."-Disse Lyro.
A temperatura do ar baixava gradativamente. Uma névoa começava a surgir na floresta, enquanto um bafo saia da respiração do cavaleiro. Derrepente, um calafrio percorreu-lhe a espinha. Ele procurava esconder sua presença, mas com o arrepio elevou seu cosmo por instinto de defesa.

~Finish FlashBack~

Dohko caminhara por um bosque, imaginando que caminho seu discípulo teria feito.
"-Lyro..."-Pensou Dhoko
Ao passar pelo portal e chegar a seu mundo, Phantasia, fizera o que deveria ser feito por aquela nova alma. O dera doces e eternos sonhos presos aquela dimensão, onde somente ela imperava. Aleitou a alma a vagar pelo espaço, e já voltara a abrir um novo portal para assim voltar e cumprir a missão assim dada por seu criador, Hypnos. Passou pelo mesmo e ao cair do dia já se iniciava. O portal lentamente fechava-se atrás de si e desapareceria conforme seu cosmo iria por branda. Olhando a cada moradia por ascender a chama que aquece a morada e seus corações gradativamente, um largo sorriso começava a brotar em sua face.  Vigiava todo aquele perímetro, como uma onça a caçar suas presas e ao dar o bote na hora mais evidente: Ao seu deleitar.
- Isso mesmo. Falta muito pouco. Não cansem muito minha beleza, sim!-Dizia Jullie.
Postava sobre um pico à uma montanha não muito distante, visualizando a pequena cidade do alto, e anterioremnte muitas árvores fechadas a fazer o caminho até haver um clarão e se deprara a fronte da pequena vila. Ele aguardaria a hora certa para assim dar o bote e colocar muitos daqueles camponeses em um sono eterno, sem ao menos estarem mortos. Porém lembrara-se que poderia haver novas intromissões assim como o jovem Lyro que cruzou seu caminho e tivera o fim já esperado pela Deusa menor. Mantinha-se alerta ao perímetro próximo para não ser pega de surpresa e faria sua escolta por cima dos galhos da árvore ali postada ao seu lado. Dhoko se abaixara, passara o indicador na terra, e o esfregara no polegar. Procura por rastros de cosmo, averigua por todos os cantos da floresta, buscando sutilezas nos troncos das árvores, nas folhas caídas ou no solo. Porém, em vão.
Cidadezinha:
 
"-Os rastros no chão e os galhos quebrados confirmam que Lyro realmente passou por aqui. Mas nem mesmo os rastros do cosmo dele eu posso encontrar. É como se ele tivesse ido para outro plano. Espere, os rastros acabam aqui."-Decretou Dhoko.
A trilha que Dohko seguia chegara ao fim, bem no meio da densa floresta. Sem saber aonde ir, ele permanece ali parado refletindo sobre todo esse mistério. Decide se sentar num tronco caído, repousando a caixa de pandora ao seu lado. Limpa o suor da testa pela caminhada e olha acima, procurando um pedaço do céu estrelado entre as folhas. Impossível. A floresta era tão densa que, ali, dia e noite não faziam diferença. Dohko, inclusive, não estava certo se o Sol já havia se posto ou não.
- Acho que esse é o fim da linha.-Disse Dhoko.
Dohko olhara para o lado, e avista ao longe por entre os troncos o que seria um clarão. Seria a luz da Lua ou a do Sol? De sua posição era difícil ter certeza. Decidiu ir até lá para ao menos poder ver o céu. Ao chegar, pôs-se a conferir o belo firmamento e aproveitou a brisa que passava ali para se refrescar.
-É. Já é de noite, e uma bela noite de céu estrelado.-Disse Dhoko.
Como uma criança da noite, ela aguardava a cair da noite. Esperando como uma leoa faminta para assim levar alimento também a sua ninhada. Postada ao topo da montanha, vendo a densa floresta desaparecer com o breu da noite, abriu um largo sorriso, e passou a língua aos lábios delicadamente. Porém sentiu uma presença diferente, nada parecido ao cosmo do jovem  que aniquilara logo mais cedo. Agachou-se a beira do pico abaixo da sombra de uma grandiosa árvore e procurava ariscamente pelo dono do cosmo invasor. Ao vê-lo sair por meio das árvores, mais parecia um simples camponês assim como todos os habitantes daquela vila. Mas naquele ser, sentia a presença de algo maior. Não era um simples mortal. Suspirou, passando as mãos pelas madeixas claras e logo dera um sorriso de satisfação. Seu semblante transmitia o ar de vitória. Ergueu as sobrancelhas por um momento, mordendo assim o lábio inferior com um riso.
“-Humm... Mais um...”-Glorificou Jullie.
Ergueu-se e desmaterializou seu corpo do topo da montanha e dirigindo-se até a entrada da floresta, assim como tudo começou com o jovem guerreiro logo pela manhã. Sobre um galho de uma grandiosa árvore com uma copa de folhagens bem espessas, deixou seu cosmo em nulo, sem nenhuma percepção, vigiando sua nova presa do alto da mesma que se encontrava na saída da floresta a entrada da cidade. Franziu o cenho para ver o que carregava consigo. Ao notar e dedilhar minuciosamente do que se tratava e da posição do mesmo. Foi que seu largo  sorriso tomou a face novamente. Sabia que iria se deliciar, e assim seu pai criador, ficaria muito por contente ao dar cabo e fim a vida de um dourado da Elite de Athena.
“Que sorte a minha. Vou adorar!”-Disse Jullie, em pensamentos.
Um ar de satisfação estava estampado em seu rosto ao comtemplar o belo firmamento e se refrescar com o ar fresco da noite. Por hoje, sua improdutiva busca já tinha chegado ao fim, logo decidiu que iria passar a noite naquela cidade para retomar sua meta no dia seguinte. Mirava a habitação a sua frente e erguia o pé para dar o primeiro passo em sua direção, quando algo o fez parar derrepente. Virou-se rapidamente, fitando por entre as folhagens das copas. Não sabia o que procurava, mas virou-se porque um ruído sutil incomodára-lhe o ouvido. No entanto, não via nada.
- Um dia inteiro de caminhada deve ter feito mal para minha cabeça.-Disse Dhoko.-"Que besteira. Esse ruído nos galhos pode ter sido de qualquer animal ou do vento. Afinal, não sinto presença nenhuma nessa floresta, como não senti o dia todo. Mesmo assim, porque estou preocupado?"
Continuou conferindo as copas das árvores uma a uma com uma expressão de preocupação.
"-Deve ser porque não consegui encontrar nada. É só isso. Lyro..."-Pensou Dhoko
Dhoko cerrou o punho, com raiva por sentir-se impotente ao não encontrar o responsável pelo desaparecimento de seu pupilo. Até que se lembrou que tinha de descansar, então virou-se para retomar o caminho à cidade. A lua mostrava seu brilho naquela noite de caça à Deusa dos doces sonhos. Uma noite com uma brisa refrescante e uma nova presa belíssima. Seu olhar sedento com tamanha beleza vista do alto da árvore por meio de seus arbustos e com uma copa avantajada em grande verde, mordia os lábios ao vislumbrar aquela bela jovem que atravessou a sua trilha para assim cumprir com a missão assim incumbida a si. Em um volver rápido de olhos, ela procurou pelo ruído mínimo que fizera ao tocar um dos pequenos galhos que partira em sua delicada mão. Aquietou-se por um momento e atá mesmo a respiração cerrou com um sorriso em face adorando o jogo de pique - esconde. Por sua sorte e além da esperteza em baixar seu cosmo a nulo, ela não à vira sobre a árvore. Notou seu pensar,  suspirar e assim o crer que podia estar louco ou então muito cansado. Retornou seu olhar ao vilarejo e dar as costas a ela. A cada movimento, ao mover de seus músculos, sua maneira de agir e pensar mexia com os extintos da moça. Pensava consigo que este poderia ter grandes sonhos. Porám o bem maior era este ser um guerreiro de Athena. Seria ela muito bem vista e notava por seu pai - criador e seu senhor por em apenas um dia fazer a captura de dois seres da elite do santuário. Com um sempre riso na face e mantendo seu cosmo nulo, ousou ao momento que se dera o passo de se virar e iniciar seu primeiro passo suspirou, e levitando por trás do mesmo sem encostar em seu corpo e a sussurrar ao pé de seu ouvido a satisfação de tê-lo como presa. Com a voz branda, cantou com malicia.
- Estou fascinada pelo seu brilho. Permita-me fazê-lo devanear e cuidar de seu descanso eterno!-Disse Jullie.
Ao iniciar tais palavras, seu cosmo se fez presente e assim engrandecer rapidamente. Com um riso em face fazia tal procedimento sabendo que este poderia não aceitar tal pedido cordialmente. Ao caso mais sensato, a resposta a sua afirmação, seria negativo com o esperado espanto que teria ao se deparar consigo. Dhoko Mal completara seu primeiro passo e algo o fez congelar. Os pelos de seu pescoço eriçaram ao receber uma respiração quente, acompanhada de uma doce voz, próxima de seu ouvido. Mesmo bela, havia, porém, algo de assustador na graciosa melodia daquelas palavras, que ecoaram mil vezes em sua mente. E o cosmo, então revelado e igualmente perturbador, fez Dohko se dar conta de quem seria. Um calafrio percorreu sua espinha, seus olhos arregalaram e sua face paralisou.
"Foi você!"-Disse Dhoko, em pensamentos.
Uma mistura de medo e de raiva tomou conta de seu ímpeto. Cerrou o punho com força, enquanto contraiu os músculos da face numa expressão de fúria e começou a tornar o tronco no anti-horário. O dourado não daria nem a satisfação duma resposta ao assassino de Lyro; não merecia. Levantou o cotovelo esquerdo, flexionado a altura do ombro, e terminando a rotação, girou seu braço pelo ar de encontro ao rosto inimigo. O rosto o qual fitaria os olhos para conhecer quem fora o assassino de seu discípulo. Sua voz soou suave, com tom malicioso e irônico ao mesmo tempo. Sua intenção era chamar a atenção dele a si. Porém somente sua presença já fez o necessário. Ao termino de sua frase, o jovem dourado prendeu a respiração assim como esperado, seu corpo tremulou a um momento, mas seu coração acelerado e com um rápido reflexo, sua musculatura responder o volver de seu corpo. Pode perceber as sensações e o responder de seu corpo com um rápido transpirar, seus olhos se abrirem a procura do ser não esperado e seu susto e horror ao momento por sentir alguém ao pé de sua orelha a lhe proferir dizeres de morte. A reação dele já era esperada pela dama dos sonhos ilusórios. Agilmente ele revirou seu corpo e como braço erguido porem flexionados, viria por tentar acertar-lhe em sua estatura. Porém, ela tendo uma estatura menor que o dourado, abaixou-se e recuou para trás, sem grande esforço. Com os braços atrás das costas, e com um riso na face, usava de sua meiguice com palavras irônicas.
- Nossa... Que grosseiro! E eu sendo a mais cordial possível!-Ironizou Jullie.
Com o pender de cabeça ao fim de sua fala, ela mantinha em seu  semblante, traços de alguém delicado e meigo. Mas suas palavras eram ditas com ironia e poderia ser compreendido certas alfinetadas de provocação. A respiração do mesmo estava acelerada e sabia que ele viria como um tigre a lhe caçar por conta de sua chegada repentina. Iria adorar brincar de cão e gato com o mesmo, mas seu tempo era precioso. Porem para mais uma nova alma em sua coleção, pudesse valer a pena tal perda. Mantendo a feição e tons anteriores continuou por se manifestar.
- Diga-me dourado de Athena, o que fazes tão longe de casa? Procura algo ou alguém?-Perguntou Jullie.
Ao fim de suas palavras abriu os olhos e mordeu a ponta da unha do dedo indicador, fitando dos pés a cabeça o jovem ateniense que lhe chamava muito a atenção. Suas atitudes o deixava mais ignorante possivel a sua pessoa e gostava da situação em que ambos se encontraram. Dhoko Errou. Terminado o movimento, pode fitar quem foi que o esteve observando e que se aproximou daquela maneira provocativa.
-"Um espectro?!"-Disse Dhoko, em pensamentos.
Dohko ficou surpreso ao constatar que era um espectro, de expressão meiga e traços delicados. O cavaleiro ainda estava tenso com a situação e com o tamanho do cosmo do desconhecido, porém, instintivamente, pôs-se a medi-lo. Conferiu, apesar da armadura que disfarçava as curvas, com cabelos brilhantes e olhos profundos. Ele estava pronto para responder ao questionamento dele, mas a maneira com a qual ele passou a olhá-lo o deixou desconfortável. Ele parecia ser um inimigo, entretanto analisava o físico do dourado de forma insinuante, devorando-o com o olhar. O cavaleiro tinha a impressão que seus enormes olhos queriam tragar-lhe, como ondas do mar que tudo sugam da orla da praia. E isso o deixava sem compostura.
"Quem ele pensa que é?"-Disse Dhoko, em pensamentos.
Engoliu em seco, procurando não desviar seu olhar do dela e algo o que dizer.
- Antes de tudo, me perdoe a minha falta de modos e permita-me apresentar. Meu nome é Dohko de Libra.-Disse o d'ourado.
Agora mais calmo, o cavaleiro prosseguiu com um sorriso convencido e, ao analisar mais uma vez o corpo do homem, fitou os olhos dela com um olhar debochado.
- Mas me diga. Você é muito fortinha para uma mera espectra. Quem é você? Se me responder, talvez eu possa dizer o que procuro.-Disse Dhoko.
O espanto dele era evidente. Sabia que ao vê-la ficaria estático por ser uma provável espectra, e seus modos tímidos e desconjuntados ao não se saber portar a frente dela após a defensiva, por conta de sua beleza exuberante. Porém, logo ele abriu um sorriso, este não esperado como normal, mas de modo gozador, ou quem sabe amedrontador, por conta de seu grandioso poder já percebido e anunciado pelo dourado a julgá-la por tal a esbanjar e ele a questionar. Apresentou-se formalmente ele, e contra argumentou a pergunta da jovem desconhecida  com grandes poderes com as mesmas palavras proferias por ela. Deixara um riso escapar dos lábios e assim o fitou novamente com olhos devoradores dos pés a cabeça. Cruzou os braços e manteve o semblante malicioso sobre o jovem e vigoroso libriano.
- Hmmm... Nada mais justo em saber o nome da encarregada que dará cabo ao fim de sua vida!-Disse Jullie.
Em sua entonação de voz mantinha a irônia e risos graciosos por trás de cada palavra. Desarmou a posição de insegurança (seus braços cruzados) e postou os braços lateralmente ao meu esbelto corpo enquanto levitava sem grandes esforços e gasto de cosmo energia.
- Eu... Eu sou Jullie, tutora de belos Sonhos. Melhor dizendo, eu sou uma DEUSA!-Gritou Jullie.
Por um rápido momento ao mencionar sua posição grandiosa, a feição meiga se dissipa. Seu riso tornou-se maligno, mas seu cosmo era como uma droga que embebia o oponente a vislumbrá-la por tamanha beleza com a proeza e dádiva dada a uma Deusa.
"Uma deusa?!"-Perguntou-se Dhoko.
Dohko sabia que não seria um espectro comum, o portador de cosmo energia tão sinistra, mas não esperava que, ao invés disso, ela fosse uma deusa. Agora, o libriano compreendia a razão do cosmo daquela garota à sua frente ser tão assustador. Mas confusão, não medo, era o que permeava a mente do d'ourado. Ao mesmo tempo em que ela demonstrava ser temível e perigosa, também tinha beleza e atração.
-Bem, já que você me esclareceu essa dúvida, posso lhe dizer que procuro um garoto chamado Lyro. Recentemente, ele desapareceu nesses arredores. E algo me diz, que você deve estar envolvido nisso.-Disse Dhoko.
Dhoko, Lançando um olhar seriamente indagativo à sua interlocutora, seu cosmo se elevou e sua armadura reagiu à sua vontade. A caixa de pandora às suas costas se abriu, revelando uma indumentária dourada que se elevou e então repartiu-se vestindo o corpo do tigre. Agora, uma aura reluzente envolvia o corpo do guerreiro. Jullie, após sua apresentação cheia de si e arrogante, ela voltou a sorrir, e cruzou os braços na espera que ele respondesse sua questão anterior à dela, que não demorou nem um pouco a responder. Pelo contrário, adorou a entonação quando disse seu titulo perante o jovem. Foi bem direta no que almejava. Ele estava atrás de um jovem bronzeado.  Cerrou os olhos e baixou a feição, e logo ergueu um dos braços a apoiar sobre o queixo a pensar sobre tal descrição. Sorriu e com jeito de uma menina mimada, delicada e com sutilezas nas palavras e suas expressões corporais, começa por argumentar um pensamento alto.
- Um jovem... nas redondezas? Talvez um cavaleiro de bronze... Ao qual impedi a passagem há algumas horas atrás...-Disse Jullie.
Gesticulava com as mãos e toda vez que fazia uma pausa pensativa, apoiava as mãos sobre o queixo com a feição e palavras irônicas. Mas para finalizar o argumento  que começara, com uma das mãos postada a cintura e a outra a mexer em seus longos e sedosos cabelos, pendeu a cabeça para um lado e sorrindo afirmou.
- É... sou a Deusa causadora de seu sumiço. Mas não se preocupe, posso leva-lo também para um TUOR no Mundo dos Sonhos ao qual não terá passagem de volta a está realidade!-Disse Jullie.
Desta vez ao fim de sua afirmação, ela ergueu o cosmo, e rapidamente abriu seu território defasando qualquer atitude precipitada do guerreiro contra si, com seu cosmo divino.
- Esperava ter uma noite tranquila. Mas conturbada assim... Terei que tomar medidas radicais e levar mais uma bela alma à um espaço em que jamais retornará.-Disse Jullie, a Deusa da Pseudo-Forma.
Ergueu o braço direito e pousou a mão logo acima do colo. Uma esfera enérgica (Feita pura e simplesmente de cosmo) começa por se formar dentro da palma da mão da jovem Deusa, e seu cosmo a manter  demarcado o território para que o d'ourado não tivesse possibilidades de escape de seu golpe ilusório. Prendendo assim, a alma do cavaleiro d'ourado para sempre, em um mundo onde o mesmo jamais iria voltar. Após tal feito, abriu um portal para o seu reino, Phantasia, e colocou-se a adentrar no mesmo.
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